Amigos da Pirataria Alada...
" paz na terra aos homens de boa vontade " ( alguém já desejou isso algum dia )... que assim seja ( pelo menos aos de boa vontade ... )
Dito isso, considerando os tempos que vivemos , o Veterano resolveu deitar letras sobre um " conto" que tem assaltado ( no bom sentido) as minhas noites mal dormidas. Agora no volume de " Livro 2".
Assim , próximo ao final deste janeiro de 2026 e ao som de " Rita Lee e Ultrage a Rigor "...nasce o conto dos "Companheiros de Alvorada - Livro 2 ".
COMPANHEIROS de ALVORADA 2
PREFÁCIL
SOBREVIVÊNCIA
Um novo ano debutou. Uma luz fraca ensaiou uma claridade na escuridão cavernal. Todos perceberam que navegavam sobre um mar de lama planaltino.
O Jair gritava silenciosamente apontando a luz que vinha , não do céu da caverna cheia de morcegos pendurados nas tetas cavernais, mas o Sol que nascia no horizonte do Lago Planaltino do Grande País do Sul.
O Jair , mesmo descansando na sua mansão de beira do Lago , ainda vislumbrava a Alvorada do outro lado do Lago , mesmo se sentido preso na escuridão.
A chuva começou e virou tempestade hídrica vindo do céu impulsionada por ventos e raios celestes , por todos os lados . No planalto jesuítico (não o do pão de queijo) derrubou arvores que se esquivavam da fiação que não para de crescer , mais do que capim gordura. Se já estavam na escuridão , os amigos bandeirantes do Jair , agora ficaram no apagão. Resolveram ficar parados para não serem carregados pela enxurrada.
Um Garoto mineiro saiu andando no meio da bagunça em direção ao mar de lama planáltico e deu ruim ! Caiu um raio e assustou o povo que queria tirar o Jair da caverna.
Já o Luiz que se equilibrava numa boia vermelha junto com a turma que ele abraça e beija , meio escorregadia porque se molham muito lavando a sujeira que apareceu numas moedas que estavam escondidas no “cofrinho Master” do planalto do pão de queijo.
Nesse " balança mas não cai “, da boia vermelha tentando sair da escuridão, até o tabuleiro do Rei Careca viu as peças balançar quase caindo do tabuleiro .
Começou uma correria das peças vermelhas no tabuleiro do Rei Careca. Tinha” torre “ voando na diagonal de jatinho ( de Dias e de Noites) além de “bispo polonês conhecido como Levan na Rosk” tentando comer peão na linha reta.
- Isso pode Arnaldo ? Perguntou o pessoal das “News” midiáticas.
- Num sei ! Eu vou passear no Panamá com meus amigos pra ver o Canal que o Amigão quer . Disse o Luiz respondendo à pergunta que foi feita para o Arnaldo , que não falou nada .
Lá pelo Norte, o Amigão (autoproclamado) queria tanto a geladeira dos amigos
nordestinos que ALGUÉM , lá do céu, acabou enviando um monte de gelo nevado, para a casa dele, complicando a vida de todos que só queriam a paz aos homens de boa vontade (e as guloseimas).
O Amigão brigou com um vizinho de cima e o
cara disse que não queria mais papo ( O Amigão queria incorporar o andar de cima ao seu apartamento tornando Duplex , mais perto da geladeira dos amigos nordestino ) .
Depois disso o Luiz ligou para o Amigão pra dizer que ele queria também a paz para os homens " amigos " de má vontade .
O Amigão convidou o Luiz para sentar no “ colinho “ lá no salão da “granja” dele (não a Janja dele) lá no grande país do Norte para um papinho “pé de ouvido”
.
O Carnaval estava se aproximando e com isso as fantasias estavam sendo preparadas.
Nessa época o povo do grande país do sul , só dança ! ... não importa se com chuva ou com sol .... e assim... basta se fantasiar de "palhaço” e dançar à vontade desfilando na Avenida fazendo “self” sorrindo.
A “gringarada” adora ver o povo dançando enquanto outros vão lavando as “moedinhas” sujas que encontram mundo afora.
Caros leitores que me honram com vossa leitura deste Livro 2 do conto COMPANHEIROS de ALVORADA.
Da mesma forma que o Livro 1,
este será publicado em Capítulos de acordo com os fatos acontecerem.
Bem vindos à bordo da Nau Pirata literária.