sábado, 15 de março de 2025

Veterano ... e o "Debut " da Piratinha ( episódio 2 )

 


Amigos da Pirataria Alada...meu profundo "obrigado" por tudo  (simples assim como deve ser entre amigos sinceros ) 


Este episódio é longo , portanto dividido em partes tentando ser menos enfadonho  ( se é que é possível ) . 



PARTE 3 – A Convivência com a Família 

Essa nova fase iniciou em 2016. Tudo seria diferente como Veterano cheio de estórias para contar. Intensifiquei meu convívio familiar em geral. Procurei me aproximar e participar da vida de todos os familiares que me eram caros : Mãe ,filhos, tias , primos, ex esposa , irmã, cunhados e sobrinhas, até amigos / colegas adquiridos e negligenciados.

A partir de 2018, depois de várias interações sociais , me surpreendi quando comecei a conviver com todos e perceber que havia ficado muito tempo longe. Minhas opções não eram bem aceitas e passei a ser contestado e naturalmente afastado. De certa forma aceitei que o problema era ... eu . Me tornei um “fato novo exótico” na vida de todos . Não me importava, porque a minha netinha ainda curtia minhas estórias e minhas brincadeiras com ela , enquanto eu me adaptava ao novo mundo “digital”. Viajei muito com a minha Sereia (agora Veterana aposentada). Vendemos a nossa participação no Estacionamento em Santos para termos mais liberdade sem compromissos profissionais.

Em 2019 , neste novo mundo digital, minha netinha que já dominava o “celular” e seus aplicativos de relacionamento social, ainda não sabia andar de bicicleta (por incrível que possa parecer ), me desafiou :

 -Vovô você tem que colocar o WhatsApp  no teu celular !

Surpreso com a novidade , a desafiei de volta:

- Ok . Quando você aprender a andar de bicicleta ... eu ponho o WhatsApp ... no meu celular !

Uma semana depois recebo um vídeo ... da minha netinha andando sozinha de bicicleta dizendo :

- Ta vendo vovô ! ... agora vai ter que ter WhatsApp ...kkk.

No dia seguinte baixei o “aplicativo” ... que acabou mudando completamente a minha vida (e a dela). Nesse dia o nosso relacionamento mudou radicalmente.

A partir daí acabaram ocorrendo outras surpresas muito desagraveis ligadas ao meu Paraíso Perdido em Pilar do Sul.

A Dona Lya (Pirata mãe e Rainha do Paraiso Perdido Rancho Aquarius) ... desembarcou e se juntou  ao Zé Batista (Pirata pai e Rei criador do Rancho Aquarius) ... na Alpha Crux.  Tudo mudou ! ( menos os "sapos" que continuaram me atazanando , agora do criadouro Pilar do Sul ). 

O “boom imobiliário” paulista começou a mostrar a cara em Pilar do Sul (como já comentei em outros posts anteriores ) . Esse fator desencadeou um processo de “desmoronamento” familiar . Sorte minha que a MARINHA permanecia, como sempre , me fornecendo base solida de sustentação . Os irmãos por opção sempre estiveram ao meu lado.

Na política , o país começou a apresentar “rachaduras” em sua estrutura judiciária alavancada pelas “malditas” redes sociais dominadas por “influencers” das mais variadas matizes além dos interesses econômicos que sustentam as mais variadas mídias de comunicação. O mundo ficou “menor”. (as distancias diminuíram ... on line).

2020 chegou tumultuando o mundo moderno e saudável , o Brasil político e meu relacionamento familiar em geral. Meus “valores pessoais” saíram de moda.

A COVID se disseminou em velocidade estelar , mudando hábitos e atitudes sociais. A proximidade estreitou influencias pessoais em detrimento de experiências familiares.

A vida do Veterano se tornou meio confusa. As mídias em geral  passaram a prevalecer e dominar a vida ( e opiniões) de todos. “Pensar” por conta própria se tornou uma atividade “retrógrada”. Especialistas em tudo , se procriaram mais que “ratos de esgoto” (hoje chamados de “influencers”). A IA (Inteligência Artificial) supera com facilidade  a IN (Inteligência Natural) da grande maioria dos Seres Humanos. Assim sendo , não há mais “espaço”  para “VETERANOS” (e suas experiências de vida) nas famílias modernas. É a evolução natural da Sociedade Civilizada. Viva os Animais (protegidos , ou não ... eles evoluem ... mais naturalmente).

O tempo neste “novo mundo” correu rápido ... mudando o mundo...e minha neta, agora uma adolescente linda e querida pelo vovô , meio que ... “desatualizado e conservador “.

Chegamos a 2024. Comemorei os meus 70 numa deliciosa reunião ao lado meu núcleo familiar. Aminha neta deixou de ser uma “piratinha “, Agora ela já  era uma linda moça.

A política radicalizou e tomou conta de” corações  e mentes “ por meio das mídias de todos os tipos...

No final do ano , minha neta me surpreende com um pedido :

-“ Vovô... eu queria dançar uma valsa com você “fardado” na festa de debutante no meu próximo aniversário “...


Minha primeira reação ... foi de espanto (jamais havia considerado essa possibilidade ) Sendo oficial da reserva sabia que não poderia vestir farda em nenhuma cerimônia , que não estivesse representando a MARINHA sem autorização expressa do seu Comandante.

” Não posso fazer isso! “ respondi intempestivamente , 

-“ Farda , não é fantasia de festa “ . Completei ainda surpreso e de forma inadequada , reconheço.

O clima familiar não ficou bom . A cabeça do Comandante Barreira (milicão autoritário ) estava dando piruetas sem saber lidar com a situação.

-“Pai ... ela é a sua única neta e você não quer fazer o desejo dela ? “. Foram as últimas palavras do meu filho depois das festas natalinas daquele fim de 2024, no Rio de Janeiro.

Voltei para Santos remoendo  tudo na estrada.

Em casa depois da queima de fogos vista da minha janela , junto a minha Sereia Veterana , resolvi consultar a Marinha.

A partir daí consultei o amigo safo Monteiro ( Comodoro do  Clube Piraquê ).

-“ Barreira calma ! . Você precisa da autorização só do Comandante do Distrito Naval onde a festa vais ocorrer. Deixa comigo “, foram as palavras do Monteiro por telefone. Eu deixei tudo com ele .

Imaginei a cena com ajuda da IA



PARTE 4 – Debut da minha Neta Lelê (preparativos)

Para esta parte da estória, os Avatares se reuniram numa única personalidade : o “Vovô da Lelê “.

-“ Barreira preciso que você venha ao Rio para experimentar o uniforme no DepFMRJ (Departamento de Fardamento da Marinha no Rio de Janeiro ) . Entre em contato e agende uma data “. Foi o que dizia a mensagem de Whatsapp que recebi do Monteiro acompanhada dos números de celulares para contatos necessários. 

O Monteiro havia colocado a engrenagem da MARINHA para funcionar .

Fiz os contatos e agendei para uma data  próxima a realização da Confraria dos Aviadores Navais no Clube Piraquê. La , no meu habitat natural , além de confraternizar , agradeceria pessoalmente ao Monteiro.

Me preparei para ir ao Rio. O Ano Novo havia começado com grandes surpresas. Uma delas foi meu carro ( o já conhecido “Careca Azul Calcinha” ) resolveu não colaborar , e foi pra oficina . A Sereia Veterana em preparativos comemorando o “mês” de aniversário dela preferiu não me acompanhar ao Rio , e me emprestou o carro dela ( conhecido por nós como “fubeca azul ”). 

Montei no FUBeca ( porque  o trigrama da placa é FUB e não porque seja já de uma certa idade ) e fomos para a estrada. 


A deliciosa viagem corria as mil maravilhas , quando resolvi parar para abastecer num GRAAL  Estrela (já conhecido ) para abastecer o carro e o Vovô da Lelê.

Coloquei gasolina aditivada , quando o frentista se ofereceu para calibrar o pneu num ponto , distante da bomba de combustível. Desloquei o carro até o calibrador.

- “ Chefe ... tem um pneu com arame no pneu “. Foi o frentista me chamando para ver.

Olhei e não vi nada ... e o frentista insistiu ,

- “ É um fio fino . É bom o Sr ir ali no borracheiro , atrás daquele caminhão para examinar melhor “.

Como estava adiantado fui ao borracheiro. Quando pedi a inspeção do pneu , senti um clima estranho entre os dois funcionários que pediram para chamar um terceiro , bem-vestido com “pinta” de chefe ,

Ele deu uma olhada superficial e disse :

-“ Não achei o arame, mas seu pneu está vencido ...e temos uma promoção desse mesmo tipo de pneu do seu carro ... então vamos trocar ? “.

_ “ Não . Obrigado “.Disse . Entrei e fui estacionar a frente do restaurante para me abastecer . Senti que a borracharia fedia a “picaretagem”.

Antes de entrar no restaurante ... ouvi alguém chamando :

- Senhor ... senhor por favor ,,, estou com um problema ... sou português e trabalho aqui no Brasil numa Empresa que me chamou urgentemente para voltar a Portugal ,,, e tenho que me desfazer de alguns relógios caros que não posso passar na alfândega de Guarulhos . Estou desfazendo  com 70 por cento de desconto . Vou lhe mostrar ...” , Disse o cidadão bem-vestido com sotaque português , quando o interrompi dizendo :

- “Vou mijar ,,, tenha boa sorte ! “... e entrei no restaurante.

Fui tomar meu café e fiquei observando o “português” , olhando em volta procurando outro “pato “ de cabelos grisalhos . Como não apareceu , o português entrou no carro “de aluguel” , parado ao lado do meu e foi para outro ponto do estacionamento .

Continuei a viagem e cheguei cedo no Rio . Pretendia visitar meu irmão por opção Russo , que estava em pane num hospital . Não pude visitá-lo . ficaria para o  dia .seguinte depois da Confraria. Naquela noite , no apartamento do meu filho fui surpreendido , com uma festa surpresa  ( não pra mim ) para uma família muito amiga da minha família. 

No dia seguinte saí com o Fubeca , com o firme propósito de chegar ao Piraquê e encontrar amigos e agradecer ao Monteiro. Não cheguei.

Na Elevado do Joá ,com trânsito intenso e rápido , sem acostamento , o Fubeca começou a falhar com alarme no painel. _” FALHA de INJEÇÂO  “. Continuei andando limitado a 40 km/hr sob muitas buzinadas com luz de alarme piscantes . Cheguei a São Conrado e parei numa sombra sob calor de mais de 40 graus. Não havia nada que pudesse fazer . Consultei o Google Map , onde era o posto de gasolina mais próximo . Era um Shell do outro lado da Autoestrada . Exigiria um retorno , cruzando uma passagem por baixo da autoestrada , em frente a entrada da” favela da Rocinha “.

Liguei o motor falhando e me desloquei a 40 km/hr... Contornei a torre do antigo Hotel Nacional ( onde havia organizado , em 1976 o Baile da Espada de formatura da minha Turma de Marinha. Naquele dia eu havia dançado fardado !). No cruzamento em frente ao acesso a Rocinha havia um sinal (semáforo para um paulista como eu ) para pedestres ,que fechou  no momento que estava sobre a faixa de pedestres. Não parei o carro que falhava aumentando o problema , pensando : -“ se parar aqui , em cima da faixa , creio que se continuar vivo ... ficarei , no mínimo , sem carro! “.
Cheguei ao pequeno posto Shell , lotado de carros e antes de desligar o motor , expliquei meu problema ao “simpático” frentista que já se aproximava me advertindo que , eu estava atrapalhando o movimento do posto. Fui indicado para uma “vaga” na calçada ,  fora do posto e pra lá me dirigi. 

O relógio marcava meio-dia , quando o frentista simpático se aproximou , com um rapaz com uma maquininha eletrônica para testar o meu problema de “INJEÇÃO de COMBUSTIVEL” ( segundo o alarme do Fubeca ).

- “ ... É a vela do cilindro 1 “ . Foi o “diagnostico “ da maquininha eletrônica “.

- “Precisa trocar as velas , já muito antigas “.  Foi a solução proposta . 

Aceitei e mandei trocar as velas . O posto não tinha as velas que deveriam ser compradas na loja mais próxima de São Conrado , no ... Leblon . Por 50 Reais , providenciaram um “motoboy” . 

-“ Não tem a vela original ! só outra melhor que custa uns “700 paus “. Posso comprar ? Foi o questionamento do motoboy ... no Leblon .

-“ Pode”. Foi o que me restou dizer .

Já era meio-dia e 30 min , quando as velas chegaram , foram instaladas . Dei partida e o motor pegou sem falhar . O alarme do painel continuava a dizer ; “ FALHA de INJEÇÂO “.

- “ É só fazer reset do alarme “ . Disse o homem da maquinha eletrônica. Executou o reset , paguei “800 paus” , via PIX da conta da EUMI SEGURA TUDO e sai feliz da vida para fazer o retorno próximo do posto para chegar ao Piraquê , ainda com tempo . ( só que não ).

Quando acelerei para entrar no ritmo do tráfego rápido ... Nova falha e de volta o alarme do fubeca : “INJEÇÃO de COMBUSTÍVEL”.

A história se repetiu , assim como o trajeto via entrada da Rocinha (falhando motor) para retornar ao mesmo posto Shell do simpático frentista , Quando cheguei os funcionários (e a maquininha eletrônica estavam em “ horário de almoço “, A minha vaga na calçada , ainda estava “vaga”, Menos mal.

Resolvi ligar para quem confio (estava cansado de ser ... enrolado). Liguei para o meu Filhão (pai da minha neta) e expliquei a situação . Enquanto aguardava o retorno dele , liguei para um irmão por opção de Marinha ( o Almirante Paulo Ricardo o PLI ). Havíamos almoçado no dia anterior num Shoping quando ofereci a ele carona de volta do Piraquê onde nos encontraríamos na Confraria.

-“ PLI ... deu ruim não poderei estar na Confraria . Agradece ao Monteiro por mim “.

Contei a situação e ele , que ofereceu ajuda  que agradeci e recusei . Ele não poderia fazer nada naquele momento . Atendi o celular da ligação do meu filhão.

O Denis me passou um número de reboque de uma oficina apontada por um amigo , entendido em negociações automotivas . Liguei 3 vezes e ninguém atendeu . Deixei recado e ninguém respondeu.

Meu filho consultou o Dr Google para informar o número de um reboque que estivesse mais próximo da minha localização .... e me informou o número do reboque e uma oficina próximo ao Cidade Jardim (condomínio que ele mora e onde eu estava instalado). Em 10 minutos o safo reboque independente estava colocando o fubeca na carroceria  e eu na cabine . Duante o trajeto até a oficina bati um bom papo com o “piloto do reboque”  atendendo o celular que não parava tocar , negociando atendimentos da Porto Seguro Seguradora  a qual ele (autônomo) era filiado. 

Chegamos a oficina recomenda pelo meu filho . Deixei o carro para análise  e fui a pé para o ap do pai da minha neta .

Conversamos sobre a situação da minha “farda “ que estaria na Av Brasil 10500, para ser testada as 09;30 horas do dia seguinte.( eu estaria a pé).

Meu filho em “home office” se ofereceu a me levar e me deixar lá para cumprir meu compromisso . Se demorasse , eu ficaria lá e voltaria de alguma forma (Huber seria era  opção. Não precisou) . 

A oficina me ligou dando conta do problema do carro . Era um dos 4 “bicos injetores de combustível do cilindro 1. Passou o orçamento que aprovei e aguardei a conclusão do serviço.

No dia seguinte , partimos para Avenida Brasil 10500 , endereço da BAMRJ ( Base de Abastecimento da Marinha no Rio de Janeiro )

Assim a internet descreve a Missão da DAbM (Diretoria de Abastecimento da Marinha ) instalada na BAMRJ .

A DAbM tem o propósito de contribuir para a superintendência das atividades de Abastecimento da Marinha do Brasil, a fim de prever e prover às OM da MB e aos Meios Navais, Aeronavais e de Fuzileiros Navais, o material necessário a mantê-los em condições de plena eficiência, proporcionando o fluxo adequado do material, desde as fontes de obtenção, até as OM Consumidoras.



Chegamos na hora exata a portaria do Complexo . Havia um oficial superior (imediato do DepFMRJ) nos aguardando e nos conduziu a uma vaga previamente reservada em frente ao Depósito responsável pelo fardamento de toda a Marinha. 






Fui recebido formalmente pela Capitão de Fragata 
Comandante daquela unidade formada e acompanhada pelos seus oficiais . Após prestar os cumprimentos formais , reparei na plaqueta de identificação postada no seu uniforme que estava escrito “ CF LETÍCIA “. ( mesmo nome da minha neta Lelê ). 

Seria isso um presságio ? Não sei dizer . Veríamos .

Para não me estender em detalhes , acho que posso resumir dessa forma os momentos passados por mim e meu filho naquele ambiente profissional :

1 – vesti o uniforme jaquetão completo  sob supervisão de um alfaiate profissional que constatou pequenos ajustes necessários que seria executados , enquanto faríamos um tour pela unidade logística .

2- chegamos a um imenso centro de distribuição de uniformes , que comparei aos centros de distribuição da B2W ( que conheci nos meus tempos de aviação executiva ) que foi um dos maiores e precursor do “ e-commerce” (vendas pela internet) no Brasil . Ouvimos uma palestra da Empresa terceirizada pela Marinha , com demonstração pratica .Conclui que a Marinha não devia nada tecnologicamente aos sistemas logísticos mais modernos do mercado civil.

3- Chegou a hora do almoço e fomos convidados . Meu filho avaliou e concluiu que poderia fazer depois “horas extras” no seu “home office”, Fiquei feliz com a sua opção . ( eu não precisaria aceitar a oferta de condução da Marinha para me devolver a Barra da Tijuca ). 

4 -   Almoçamos junto a todos oficiais do Departamento . Me emocionei ao final e fiz um sincero agradecimento :

-“ Nunca fui tão bem tratado profissionalmente como hoje , Nem quando Comandei um Esquadrão de Helicópteros da Marinha . Obrigado a todos Intendentes da Marinha . Sem logística EFICIENTE como a nossa  , não existe Força Armada Operativa que ganhe qualquer GUERRA . Isso é histórico. Obrigado em nome do Brasil .”

Segurando as lágrimas recebi  a minha farda para dançar valsa com a minha neta , me despedi orgulhoso e voltamos para a Barra .

Ao chegarmos , meu filho se trancou para trabalhar. Eu recebi a notícia que o “fubeca” só ficaria pronto na segunda feira . ( a oficina dependia da chegada do bico injetor e não trabalhava no sábado ). Teria um final de semana a pé , na Barra da Tijuca .

Recebi a boa notícia que meu irmão por opção Russo havia melhorado e deixado o hospital. Programei uma visita que foi ótima . Ele estava melhor e mais alegre supervisionado pela “  Leoa Cristina “ (esposa dedicada do Russo ).

Recebi visita da minha querida filhota , agora “jubartemente” tatuada no antebraço . São os novos tempos !

Segunda feira o “fubeca “ ficou pronto “. Paguei um preço justo pelo serviço via PIX (com desconto honesto) e na madrugada parti de volta para casa .

Cheguei cedo em casa . O Careca também já esta “curado” ( a EUMI SEGURA TUDO entrou em atividade de novo via PIX  honesto) . A dupla “ Careca e Fubeca “ já estava reunida . (novos de novo .)

Agora é só aguardar o epílogo desta série ... que será contada  no episódio 3 

O Vovô da Lelê ... contará a história final .

O Pirata agradece a Marinha e a todos que foram citados e aos não citados nominalmente que agradecerei formalmente ao término da série .


1976

Aprendiz de Pirata conhecendo o CENTRO NAVAL de SUPRIMENTOS da Marinha para publicação na Revista 

 A GALERA 

n° 126 - DEAZEMBRO de 1976

Assim contaram os Aspirantes Sergio Henrique e Muiraquitá  naquele ano :




( profética reportagem há quase "meio século " )



Queridos (e pacientes) leitores  Fiquem em PAZ .

NAMASTÊ  🙏.... do Vovô da Lelê


4 comentários:

  1. É curioso como as panes acontecem exatamente quando não podem acontecer, não é mesmo? E quando acontecem, vem uma atrás da outra. Murphy estudou tal fenômeno e acabou louco. Ainda bem que todos se safaram. Obs: a última vez que passei em fente ao Dep Fardamento foi creio que na época de Tamandaré...rs. Vi apenas um grande depósito empoeirado e sonolento. Foi com uma grata surpresa positiva que soube através de vc as sensíveis melhoras. Parabéns aos nossos amigos Piratas IM!

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    1. Grande Compa mais uma vez obrigado pelo pertinente comentário.
      Coitado do Murphy que morreu louco... Meus sentimentos em nome dos Avatares do Pirata 😪
      ( espero não ter o mesmo fim) .
      Quanto a sua surpresa relativa ao Dep Fardamento, foi a mesma que tive. Em 1976 fui Diretor da Revista A GALERA da minha turma na EN. Nessa revista publiquei um artigo sobre o antigo Sistema Logístico que se modernizava naquela época. Tirei uma foto que vou inserir neste post.
      Me surpreendi como você.
      Nunca poderia imaginar que chegaria onde chegou.
      Parabéns aos irmãos por opção IMs
      Viva a " Pirataria Intendente "
      Um brinde à ela🥂
      Fraterno abraço do Pirata Alado ( e do Vovô da Lelê)

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  2. Prezado Pirata Alado!
    Fico extremamente feliz por ter se alegrado no tempo em que o senhor e seu filho estiveram no DepFMRJ!
    Foi ótimo tê-los conosco! Estou ansioso pelo próximo capítulo!
    Um grande abraço,
    Bruno Teixeira

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    1. Caríssimo Bruno. Mais um agradecimento , atrasado e sincero pelo seu comentário.
      O dia que tive o privilégio de conhecer e convivendo todos do Depósito de Fardamento da Marinha no Rio , foi um dia especial.
      Me surpreendi com a eficiência profissional além do particular carinho e compreensão dedicado ao Veterano Marujo tentando agradar a única neta.
      Vocês todos foram perfeitos.
      O resultado final de todo esse processo foi o já descrito no " episódio 3 desta série familiar marinheira ".
      Muito obrigado por tudo.
      BRAVO ZULU
      Fraterno abraço meu amigo Bruno

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Estou tentando regularizar "os comentários postados"
Solicito que os comentários tenham identificação no próprio texto.
Obrigado.👍👍
Pirata Alado